Free – Chris Anderson (Fichamento do Prólogo e do Capítulo 1)

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Prólogo

“Aqui reside o paradoxo do Grátis: as pessoas estão ganhando muito dinheiro sem cobrar nada. Não nada por tudo, mas nada pelo suficiente para criarmos uma economia tão grande quanto a de um país de tamanho razoável a um preço em torno de $0,00.”

“Só existe um modo de ter espaço de prateleira ilimitado: se esse espaço não custar nada. Os ‘custos marginais’ praticamente inexistentes da distribuição digital (…) nos permitem uma utilização indiscriminada – nenhum guardião é necessário para decidir se algo merece alcance global ou não.”

“(…)  esse “grátis” não era apenas um artifício de marketing como as amostras grátis e os brindes no varejo tradicional com os quais estamos acostumados. Esse grátis parecia vir sem qualquer restrição: não era apenas uma isca para uma venda futura, mas algo oferecido verdadeiramente de graça.”

“O Grátis do século XXI é diferente do Grátis do século XX. Em algum ponto na transição de átomos a bits, um fenômeno que achávamos já conhecer se transformou. O ‘grátis’ se transformou no Grátis.”

“(…) o Grátis de hoje está cheio de contradições flagrantes: é possível ganhar dinheiro dando coisas de graça. O almoço grátis não é uma mera abstração. Algumas vezes, você recebe mais do que paga.”

Capítulo 1 – O Nascimento do Grátis

“Woodward sabia que “grátis” é uma palavra com grande capacidade de alterar a psicologia do consumidor, criar novos mercados, abalar mercados antigos e tornar qualquer produto mais atrativo. Ele também percebeu que ‘grátis’ não significava ‘lucro zero’. Grátis só significava que a trajetória do produto à receita era indireta, algo que viria a ser consagrado no manual de estratégia do varejo como o conceito do preço ‘isca’.”

“Surgindo com esses experimentos no início do século XX, o Grátis abasteceu uma revolução do consumidor que definiu os 100 anos subsequentes. A ascensão da indústria publicitária e a chegada do supermercado fizeram da psicologia do consumidor uma ciência e do Grátis, a ferramenta preferida. (…) ‘Grátis’ era o brado de convocação do marqueteiro moderno, e o consumidor nunca deixava de responder.”

“Essa nova forma de Grátis se baseia na economia de bits, não de átomos.”

“Na economia dos átomos – em outras palavras, a maioria das coisas que nos cercam –, tudo tende a ser mais caro com o tempo. Mas na economia dos bits, que é o mundo on-line, as coisas ficam mais baratas. A economia dos átomos é inflacionária, enquanto a economia dos bits é deflacionária.”

“A ascensão da ‘freeconomics’, a economia do Grátis, está sendo abastecida pelas tecnologias da era digital.”

“Hoje em dia, os modelos de negócios mais interessantes estão descobrindo maneiras de ganhar dinheiro em função do Grátis. Mais cedo ou mais tarde, toda empresa precisará descobrir formas de utilizar o Grátis ou competir com o Grátis, de uma forma ou de outra.”

Referências Bibliográficas: ANDERSON, Chris. Free: grátis : o futuro dos preços. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2009.

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